FLOOR Q: reparação cortical de pisos em betão de pequena espessura

Código: S.0013

Restauração da planaridade estrutural e das funcionalidades mecânicas, de pisos industriais em betão danificados por ciclos de gelo-degelo ou de má execução.

Produtos utilizados

Os pisos em betão, principalmente se realizados em exteriores e em ambientes industriais, são submetidos a fortes tensões mecânicas e químico-físicas. A agressão posterior causada por ciclos de gelo-degelo é causa de forte degradação e envelhecimento precoce do próprio piso. No curso dos anos, as contínuas e repetidas ações de degradação e o desgaste natural para a utilização, fazem com que se verifiquem descolamentos corticais, também vistosos e profundos alguns centímetros, aberturas de juntas, pulverização superficial, sujidade, etc.

No âmbito da indústria pesada (aciarias, indústrias mecânicas, indústrias químicas, etc.) e ainda, se apresentam posteriores causas de degradação da parte superficial do piso, devidas às enormes solicitações mecânicas, possíveis solicitações térmicas, agressões químicas (tipo a frequente e vistosa impregnação com hidrocarbonetos. O ciclo de reparação proposto foi realmente desenvolvido entre 2004-2006 para as reparações corticais dos pisos nas aciarias de Taranto sob pedido específico do cliente. Neste caso, foi pensado em fresar totalmente a parte degradada e impregnada por hidrocarbonetos, por uma profundidade de poucos centímetros e reconstruí-la como a seguir indicado. O mesmo procedimento foi depois utilizado em centenas de outros canteiros em todo o território nacional, demonstrando a sua eficácia, especialmente em ambientes de forte tensão mecânica.

O protocolo de intervenção prevê:

  • Preparação do suporte
  • Posicionamento da rede da armadura
  • Colocação de primer epoxídico
  • Colocação da argamassa antirretração
  • Impregnação consolidante da superfície acabada

 

Este tipo de reparação permite evitar a total demolição do piso degradado com sucessivo transporte com descarga do material de resultado e total reconstrução. Apesar das enormes vantagens e benefícios induzidos, há algumas criticidades que foram resolvidas brilhantemente:

  • A tendência ao levantamento da nova placa de pequena espessura, especialmente durante o trânsito de veículos pesados, é garantida pela dupla ancoragem da mesma ao suporte: ancoragem mecânica (rede fio 2 mm malha 5x5 cm) e ancoragem química (SYNTECH RGS).
  • A tendência à fessurização da nova placa foi resolvida pela aditivação com mistura de fibras em polipropileno e em vidro (em alguns casos, foram adicionadas também fibras de aço READYMESH M1-220) e pela presença de agentes antirretração, para garantir a estabilidade dimensional durante o endurecimento.
  • A dureza superficial, indispensável para suportar as grandes cargas de exercício as quais este tipo de reparação são normalmente submetidas, é garantida pela qualidade do produto principal (FLOOR Q), argamassa cimentícia fluida antirretração fibrorreforçada a elevadíssimas prestações mecânicas. E ainda, a impregnação com QL NANO LITHIUM, solução de silicatos de lítio, exalta as características complexivas.

Enfim, a impermeabilidade complexiva do sistema é assegurada, além da impregnação com silicatos de lítio, também pela presença maciça de microssilicatos adensados no interior do FLOOR Q.

 

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